quinta-feira, 20 de abril de 2017

Estudantes da Escola Maria Lídia tiveram um Dia do Índio, bem diferente!

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Durante a manhã e tarde de ontem, dia 19 de abril, os técnicos pedagógicos do NEADTEC/RPTV estiveram desenvolvendo uma ação educativa junto aos estudantes e professoras da E.E. Maria Lídia, localizada no bairro das Quintas em Natal.
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A oficina de dobraduras conduzida por João Natal animou a galerinha.
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O foco, logicamente, foi a comemoração do Dia do índio, onde os pequenos alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental foram convidados a refletir e a se divertir, com atividades sobre essa temática.
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Os estudantes foram convidados a repensar a questão da representação indígena nos quadrinhos por meio de uma palestra e do acesso a exposição física, coordenadas por Beto Potyguara.
No laboratório do NTE participaram de um descontraído bate-papo, sobre A Representação Indígena nos gibis e em outras mídias. No pátio da escola tiveram contato com uma exposição homônima a palestra, além de serem agraciados com uma oficina de dobraduras relacionada ao tema.

sexta-feira, 17 de março de 2017

A Exposição: criadores, criaturas e dados vitais

Está é a primeira série de Lâminas da exposição física.
A ideia inicial foi a de privilegiar personagens protagonistas de séries existentes ou personagens secundários que chegaram a estrelar algum episódio ou publicação solo.
Autores presentes: Angelo Agostini (Cham-Kam e Inaiá); Altemar Domingos (Jaguara); Alex Lei e Ed Silva (Uru); Aline Coelho, Carlos Paul,  Otoniel Oliveira e Volney Nazareno (Piatã, Kuandu e Ubirajara); Bernard e Scabini (Sabores da Oca); Beto Potyguara (Forte Poty); Bira Dantas (Galdino); Brum (Cambaxirra); Christovam Camargo (Vovô Indío); Celso T. Domingos (Pena Verde); Clima e Flavio Colin (Sepé); Domingos Pace (Os Gaúchos); Eliane Guarani e Augusto Fligliaggi (Paiaguá); Emilson Ribeiro e Emir Ribeiro (Itabira); Emanoel Amaral (Jandú e Micuim); Erick Artmann (Tupinanquim); Fernando Augusto, João Barros, Julião Cristo, Otoniel Oliveira e Volney Nazareno (Iaçá);  Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo (Tiki); Gian Danton e Ricardo Manhães (Turma da Tribo); Jayme Cortez (Tupizinho); Joacir Dias Xavier (Bretã); José Lanzellotti (Cari); José de Alencar (Peri); Julio Emílio Braz e Mozart Couto (Tambatajá); Lailson H. Cavalcante (Pindorama); Luiz H. Gatto e Plínio Quartim (Sepé); Marcos Vaz (Umuaraminha); Maurício de Souza (Papa-Capim); Moacir Torres (Kriti); Nani (Vereda Tropical); Paulo Alves (Guaraná); Quannar Nilson e Rogério Prestes (Epopéia);  Rogério Vilela (Canibytes); Sérgio Macedo (Povos Indígenas) e Ziraldo (Tininim).         

Exposições do Circuito Escola no Museu são destaque na Revista Biblioteca

No dia de hoje, divulgamos por meio do Circuito Escola no Museu, três edições da Revista digital da Biblioteca Prof. Américo de Oliveira Costa que possuem matérias sobre as exposições que integraram o circuito 2016 e que passaram por aquela Instituição educativa e cultural.
A matéria publicada pela Revista digital da Biblioteca Prof. Américo de Oliveira Costa #1 é sobre a Mostra A Representação Indígena nos Quadrinhos Brasileiros e está disponível para leitura online desde 21 de junho de 2016.

sexta-feira, 3 de março de 2017

ASA PSIQUÊ

Autor: Carlos Alberto Oliveira " O Galego"
Criação: 1981.
Primeira Aparição: EPOPÉIA POTIGUAR # 1, outubro de 1983.

O Rio Grande do Norte sempre foi um berço de grandes artistas do traço, sobretudo, no universo das histórias em quadrinhos, e, principalmente, na década de 1980. E é exatamente neste recorte temporal que encontramos mais um personagem indígena, no mínimo inusitado, o Asa Psiquê, criação de Carlos Alberto "Galego", que teve quatro histórias publicadas pela extinta revista Epopéia Potiguar.
Capa da Epopéia Potiguar # 1
Segundo o autor sua influência sempre foram os quadrinhos de faroeste e de super-heróis, mas a galera do GRUPEHQ (Grupo de Pesquisa em Histórias em Quadrinhos), a qual ele pertencia, sempre privilegiava HQs com temáticas regionais e nacionais. 

quinta-feira, 2 de março de 2017

XAMÃ

Autor: Eberton Ferreira
Primeira Aparição: CATALOGADOR APRESENTA: XAMÃ, O ESPÍRITO DA TERRA - webcomic disponibilizada para leitura online em 12 de novembro de 2014.

Xamã é um índio cujo passado misterioso guarda muitas surpresas.

Conhecido apenas por "aquele que faz magias", o nativo sem tribo percorre todo o território nacional com missões de proteger a flora e fauna brasileira, sempre se transformando em seres místicos quando possuído por espíritos enviados pela mãe Gaya.
O centro do seu poder é um "apanhador de sonhos" marcado à fogo no seu peito que libera a energia responsável pela abertura do portal que liga o mundo dos homens ao mundo dos espíritos, permitindo a possessão das entidades que os transformam em seres místicos de acordo com a necessidade do momento.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

SIBILANTE

Autoria: Danielle Barros 
Primeira Aparição: Zine SIBILANTE I, fevereiro de 2014.

A índia Sibilante é uma criação da artista Danielle Barros que criou essa personagem como uma expressão de seu alter ego. Através dos fanzines, o principal deles Sibilante Grimoirezine Poético Filosófico a autora traz histórias vivenciadas pela personagem principal.

Edgard Franco e Danielle Barros no lançamento de Sibilante I.

Suas HQs são narrativas em uma perspectiva autobiográfico-ficcional, a busca de Ser, a luta contra a face obscura do ego e transcendência. A personagem quando foi criada teve como inspiração o Sagrado Feminino, a reconexão com Gaia, conceber os seres vivos enquanto seres cósmicos, o princípio da complementaridade de opostos, a cultura celta, elementos xamânicos, ocultistas, filosofia oriental e demais simbologias ancestrais. Sibilante é uma personagem que busca instigar e convidar a reflexão, remexer o pensar, questionar e traçar novas atitudes.

O zine Simbilante I.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

CACIQUE


Autor: Renato Canini
Primeira Aparição: Revista CACIQUE #1, abril de 1954.

Quatro anos antes da criação do personagem indígena de maior empatia e popularidade dos quadrinhos nacionais - o Papa-Capim de Maurício de Sousa -, o pequeno Cacique, de Renato Canini (desenhista do Zé Carioca), já era protagonista de uma revista solo, na qual dividia as páginas com outros personagens hoje também perdidos no limbo do esquecimento do grande público - Gulex, Zé Carijó e Tibica. E mesmo tendo como contemporâneo, o Tupizinho de Jayme Cortez, que também possuía um título próprio, o mérito desse personagem reside na longevidade da sua publicação, sendo publicado quase que ininterruptamente entre 1954 e 1963, números ainda hoje difíceis de serem obtidos. O personagem de Maurício de Sousa ou o Tininim de Ziraldo, por exemplo, nunca alcançaram tal dimensão.

Em sua primeira fase foram 106 números publicados entre abril de 1954 e dezembro de 1959. Inicialmente mensal, tornou-se quinzenal a partir de janeiro de 1957. Entre 1961 e 1963, ela voltou a ser mensal, e com outro grande diferencial em relação a fase anterior, passou a ser gratuita.

Vovô Índio: letra e música


Letra: Vovô Índio
Há muito tempo atrás na década de 30
nossos amiguinhos os Integralistas
queriam um Natal mais brasileiro
então encontraram seu símbolo verdadeiro.

Vovô Índio! Vovô Índio!
Traz brinquedos pra você de madeira de lei.

Vovô Índio! Vovô Índio!
Traz caju, banana, pequi e jaca também.

Vovô Índio vive lá na floresta
Com os amigos Saci e Boi-Tatá.
Em dezembro se prepara para a festa
bota tanga, pega o tacape e o cocar.

Vovô Índio! Vovô Índio!
Traz brinquedos pra você de madeira de lei.

Vovô Índio! Vovô Índio!
Brasileiro e um homem de Bem!

Ele chega de canoa
as criança a correr
não precisam terem medo
ele vai achar você!

Vovô Índio! Vovô Índio!
Traz brinquedos pra você de madeira de lei
Vovô Índio! Vovô Índio! Brasileiro e um homem de Bem!
Brasileiro e um homem de Bem! Brasileiro e um homem de Bem!

Vovô Índio traz brinquedo de madeiras de lei
Autoria: Alex Pfeiffer

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Confiram o primeiro capítulo de "Epopéia: A História do Brasil em Quadrinhos"

Durante a nossa pesquisa acabamos encontrando disponível no Youpublisher um dos capítulos da série Epopéia: A História do Brasil em Quadrinhos, produzida pela dupla pernambucana, Quannar Nilson (roteiros) e Rogério Prestes (arte).

A série foi publicada originalmente no formato de fascículos P&B, ganhando uma compilação colorida em 2010. O link abaixo refere-se ao primeiro capítulo da 2ª Edição da série, já na versão colorida, publicada em setembro de 2005. 

Bom deleite.

http://www.youblisher.com/p/200478-Epopeia-a-Historia-do-Brasil-em-quadrinhos-Cap-1/

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

terça-feira, 8 de novembro de 2016

FLIQ divulga a nossa Expo

III Feira de Livros e Quadrinhos de Natal

10 motivos para ir à 6ª FLiQPostado por Oficina da Notícias | 08 de Novembro de 2016

A 6ª FLiQ, evento já tradicional na cidade, está com tudo pronto para começar na próxima quinta-feira (dia 10/11). Entre as diversas atividades como palestras, mesas-redondas, exposições e oficinas, fizemos uma lista com 10 atrações imperdíveis para você acompanhar durante a 6ª Feira de Livros e Quadrinhos de Natal (FLiQ  Natal), que acontece de 10 a 13 de novembro na Cidade da Criança, com entrada gratuita.     
1. Encontro do Rap com o Cordel de Fabio Brazza e Antônio Francisco
O Rap tem muito de Cordel e vice-versa. Pra provar isto, o rapper e poeta paulista Fabio Brazza se encontra no palco com o poeta mossoroense Antônio Francisco e juntos abrem a 6ª FLiQ. Brazza manda muito bem nos improvisos e na sua música engajada, denominada de “Nova Música Popular Brasileira”. O poeta Antonio Francisco emociona a todos com a sua poesia sincera, produzida a partir de suas vivências, alegrias e desencantos. Um momento como este é imperdível!
Quando: Noite de abertura da FLiQ - Dia 10/11 - 20h - Anfiteatro 

2. Affonso Solano, sucesso do Youtube, participa de mesa-redonda
Affonso Solano é o autor da série de livros de fantasia "Espadachim de Carvão", e também é um sucesso da turma nerd com suas participações em canais do Youtube entre eles o "Matando Robôs Gigantes". Solano é o curador da área de literatura de fantasia da Editora Leya, roda o Brasil falando sobre o assunto, arrebanha crianças e adolescentes fãs dos seus livros, e estará em um bate-papo sobre este gênero na noite do sábado.
Quando: Sábado (12/11) - 19h30 - Espaço do Autor

3. A centena de traços de Rodrigo Coelho       
O ilustrador e quadrinista Rogério Coelho ilustrou mais de 100 livros de literatura infanto-juvenil. Além de ilustrar textos de autores renomados, também é autor dos livros "O gato e a árvore", "O barco dos sonhos" e da Graphic Novel Louco-Fuga. Já recebeu vários prêmios e menções pelo seu trabalho, inclusive o Prêmio Jabuti em 2012 (categoria didático e paradidático). E agora, acabou de ser indicado para mais um Prêmio Jabuti, na categoria HQ. Ele vai participar de uma mesa-redonda sobre o seu trabalho junto com as quadrinistas AnaLu Medeiros e Milena Azevedo.     
Quando:  Sábado (dia 12/11) - 18h às 19h
Mesa redonda: Loucuras do Louco, com Rogério Coelho, AnaLu Medeiros e Milena Azevedo 

4. Estórias e poesias para a criançada
A FLiQ é um espaço para toda a família. E não poderia faltar a atividade para os pequenos curtirem e ouvirem muitas estórias. E que tal ouvi-las dos próprios autores? Os escritores Salizete Fernandes, José de Castro e Adriano de Souza vão participar de leituras para crianças dos livros de sua autoria. E o contador de estórias Buihú também vai animar a turminha com suas “malas que contam e cantam estórias”.
Quando: Sábado (dia 12/11)
16h - Leitura para Crianças, com José de Castro, Salizete Freire e Adriano Gomes 
17h - Buihú e as Malas que Contam e Cantam Estórias, com Buihú, Diego Ventura e Demmy Gonzaga


5. Conhecer o exótico universo Arbus ou dos Índios nas HQ's
A 6ª FLiQ terá duas exposições permanentes durante a Feira. O artista urbano Augusto Furtado (Arbus) apresenta seu universo de personagens exóticos vindos das ruas. Além da exposição, ele também fará uma oficina de criação de personagens (veja mais abaixo). Outra exposição é a do quadrinista Beto Potyguara, com "A representação indígena nos quadrinhos brasileiros".
Quando:
De 10 a 13/11 - De 9 às 21h
Exposição “Universo Arbus”, com Augusto Furtado (Arbus)
Exposição “A Representação indígena nos quadrinhos brasileiros”, de Beto Potyguara 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Confiram a programação geral da VI FLIQ

A programação da VI FEIRA DE LIVROS E QUADRINHOS DE NATAL - FLIQ já está disponível AQUI no site do evento.

Além da nossa presença durante todo o evento, na coordenação da Mostra sobre A Representação Indígena nos Quadrinhos Brasileiros, também ficamos responsáveis pela palestra de abertura, que ocorrerá às 9h30m do dia 10/11.

A VI FLIQ estará aberta ao público das 9h às 21h e a entrada será gratuita.

Valorizem e compareçam!

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Lançamento de "Indígenas do Alto Vale do Itajaí" - SC

Título: Indígenas do Alto Vale do Itajaí: O Povo Laklãno/Xoleng e a Colonização do Rio Sul
Autores: Catia Dagnoni, Rodrigo Wartha (Roteiros) e Alex Guenther (Arte)


Após alguns meses de planejamento e execução, pela Fundação Cultural de Rio do Sul, a história em quadrinhos (HQ) intitulada de Indígenas do Alto Vale do Itajaí: o povo Laklãnõ/Xokleng e a colonização de Rio do Sul, teve  seu lançamento realizado nesta sexta feira, 13/09/2016, durante a Feira do Livro de Rio do Sul. 

O artista gráfico, Alex Guenther
Rodrigo Wartha e Catia Dagnoni responsáveis pela pesquisa e roteiro da obra

A pesquisa teórica para o projeto foi feita pelos historiadores Catia Dagnoni e Rodrigo Wartha. Eles elaboraram o roteiro em parceria com professores e estudantes da Escola Vanhecú Patté, da Terra Indígena, em Ibirama. A direção de arte e os desenhos ficaram a cargo do ilustrador e quadrinista blumenauense Alex Guenther. A conversa teve a participação também dos professores Lilian Blanck de Oliveira, Osias Paté, Josiane Tchubag, além do aluno Eliton Weitchá e do superintendente da Fundação Cultural, Willian Sieverdt. Os indígenas fizeram também uma apresentação musical na língua materna Xokleng. A publicação, viabilizada pelo Edital Elisabete Anderle, teve uma tiragem de 15.000 revistas que será distribuída gratuitamente entre todos os colégios da cidade de Rio do Sul.


OBS: Não foi a primeira vez que o Alex Guenther abordou a temática indígena, tão pouco a história do povo Xokleng. Em 2010 ele já havia lançado o álbum Xokleng com arte e textos de sua autoria. Para saber mais sobre essa obra clique AQUI e para ver a matéria anterior ao lançamento de Indígenas do Alto Vale do Itajaí: O Povo Laklãno/Xoleng e a Colonização do Rio Sul, clique AQUI.(BP)

Galeria de Fotos: